Depois da tela sensível ao toque se tornar comum, a novidade agora é uma tela elástica. Pesquisadores do MIT desenvolveram uma tela que você pode puxar, beliscar e até mesmo esticar. Essa tela é conhecida como Obake.
A Obake fica sob um projetor que é conectado a um kinect, que joga as imagens sobre a superfície. A câmera, responsável por reproduzir as interações do usuário, pode medir o jeito como foi esticado ou a profundidade do toque.
Uma das preocupações dos pesquisadores era de manter gestos conhecidos, da mesma forma que o teclado herdou a sequência de letras da máquina de escrever, que não tem sentido algum, mas era uma sequência que as pessoas estavam acostumadas a usar.
Um dos objetivos dessa tecnologia é fazer um verdadeiro 3D, visto que o 3D utilizado atualmente não passa de uma ilusão de ótica.
Infelizmente, o tamanho dos componentes faz com que ainda demande tempo para a Obake ser adaptada para smartphones.
O estudante norte-americano Juan Ehringeras, que está atualmente cursando o ensino médio, acaba de desenvolver sozinho seu próprio veículo elétrico. Ao adquirir em um ferro velho o modelo Honda S2000, o estudante teve a brilhante ideia de criar um projeto tornando o veículo elétrico a partir do zero.
Os principais fatores que incentivaram o estudante a escolher este veículo foram seu baixo custo por estar danificado e usado, além das suas boas dinâmicas de condução. O peso relativamente leve do carro foi outro dos fatores determinantes que o influenciaram.
Foto: Juan Ehringer
No lugar de sua transmissão original, Juan as substituiu por uma bateria caseira de sua própria autoria, com uma unidade de controle de lítio, além de dois motores elétricos ligados em série a um Ford 8.8. Como se não bastasse, seu sistema ainda possui uma potência de 686 kW, o que corresponde a 920 cavalos.
Para um maior equilíbrio e com o intuito de evitar possíveis perdas, os motores e a bateria estão localizados na região traseira do veículo, o que proporciona baixas perdas por acionamentos. Segundo as estimativas do estudante, seriam perdidos apenas 15%, o que resultaria em 782 cavalos de potência e um torque de 203 kgfm.
Foto: Juan Ehringer
O carro conta ainda com diversas peças criadas pelo estudante a laser, além de integrar um sistema de acionamento de luzes LEDs ao seu iPod.
Suas maiores dificuldades e desafios atuais se encontram na vibração do eixo traseiro e em problemas de confiabilidade em relação ao seu sistema de carregamento.
Foto: Juan Ehringer
Juan vem provando a todos os seus amigos e familiares a sua alta capacidade de solucionar problemas, sem contar sua criatividade e, acima de tudo, o quanto é engenheiro, mesmo ainda cursando o ensino médio.
A Domino’s uma rede de pizzarias famosa mundialmente, esta testando um tipo de entrega no mínimo curioso. Em algumas unidades da pizzaria no Reino Unido, eles tem feito as entregas utilizando drones.
Apelidado de “Domicopter”, o robô faz parte de um projeto da pizzaria para melhorar seu serviço de entrega. Com o sucesso da iniciativa, a rede afirmou que pretende montar uma academia de voo.
Com câmeras instaladas no aparelho, o controlador pode visualizar para onde o drone está indo e sua altura. Ao chegar no endereço, ele vê que o cliente retirou a pizza e retorna para oestabelecimento a fim de realizar uma nova entrega.
Entretanto, ações com os Drones não devem crescer pelo mundo, já que o uso comercial desses dispositivos não é permitido pela agência de aviação dos EUA. A Domino’s no país disse que não tem planos de testar o drone para a entrega de pizza e que o uso do aparelho é exclusivo da rede no Reino Unido.
Veja o vídeo abaixo de como a tecnologia funciona:
Um professor de engenharia mecânicado Japão lançou um novo projeto de cadeira de rodas chamado willPersonal Mobile Vehicle que é capaz de se mover em qualquer direção. As cadeiras de rodas tradicionais e até mesmo as elétricas, mais modernas, se movem para a frente e para trás, mas não para as diagonais como o protótipo desenvolvido pelo professor Masaharu Komori, da Universidade de Kyoto.
As rodas da nova tecnologia possuem 32 rolos menores dentro delas que são os responsáveis pelo movimento para os lados sem a necessidade de espaço extra para girar a cadeira. Já quando o movimento for para frente ou para trás, a roda maior irá girar em conjunto com os rolos.
O protótipo custou mais de US$ 36.000,00 para ser produzido e o professor Komori planeja trabalhar no dispositivo para que ele seja vendido por algo em torno de US$ 12.000,00 ficando mais ou menos próximo do valor das cadeiras modernas que estão hoje no mercado. Abaixo, um vídeo demonstrativo da tecnologia.
Na semana passada publicamos que pesquisadores da Turquia criaram uma tecnologia que busca oferecer maior autonomia aos deficientes físicos e quem sabe, no futuro, tornar obsoleta a cadeira de rodas. Porém, algumas adaptações precisam ser feitas no protótipo para que ele possa se adaptar a todos os deficientes antes que isso venha a acontecer.
A bateria de um celular morre em dois anos, um computador em quatro, a geladeira está tendo problemas em oito anos e de repente, em um belo dia, a televisão lhe diz adeus.
“Não há nada para se fazer além de comprar outra”.
É possível fazer produtos que durem mais do que isso? Quem sabe a vida toda? Benito Muros da SOP (Sem Obsolescência Programada), diz que é possível. Por isso está ameaçado de morte.
O conceito de obsolescência programada surgiu entre 1920 e 1930 com a intenção de criar um novo modelo de mercado, que visava a fabricação de produtos com curta durabilidade de maneira premeditada obrigando os consumidores a adquirir novos produtos de forma acelerada e sem uma necessidade real.
As lâmpadas e a luta de Benito Muros respondem a um novo conceito empresarial, baseado em desenvolver produtos que não caduquem, como aquelas geladeiras Frigidaire ou máquinas de lavar Westinghouse que duravam a vida toda.
Uma filosofia empresarial mais conforme com nossos tempos, graças à comercialização de produtos que não estejam programados para ter uma vida curta, senão que respeitem o meio ambiente e que não gerem resíduos que, por vezes, acabam desembocando em containers de lixo no terceiro mundo.
Veja a entrevista onde ele fala sobre seu projeto.
A lâmpada criada pela OEP Electrics responde à necessidade atual de um compromisso com o meio ambiente. Ao durar tanto tempo, não gera resíduos ao mesmo tempo em que permite uma poupança energética de até 92% e emite até 70% a menos de CO2.
Mas, ao que parece, a indústria de produtos elétricos não está muito contente com a descoberta. Benito Muros diz que está sendo ameaçado devido a seu invento e inclusive afirma ter recebido ofertas milionárias para retirar seu produto do mercado.
- “Senhor Muros, você não pode colocar seus sistemas de iluminação no mercado. Você e sua família serão aniquilados”, reza a denúncia que Muros apresentou à Polícia, que apesar do medo não se acovardou.
Para realizar sua pesquisa, Muros viajou até o parque de bombeiros de Livermore (Califórnia), lugar no qual há uma lâmpada que permanece acesa de forma ininterrupta há mais de 111 anos. Ali contatou com descendentes e conhecidos dos criadores da lâmpada, já que não existia documentação a respeito.
Com esta informação conseguiu as bases para começar sua pesquisa, cujo achado supõe um novo conceito de modelo empresarial baseado na não Obsolescência Programada.
Conheça a lâmpada neste vídeo:
Uma pequena lista das vantagens prometidas por Benito Muros e OEP Electrics: - Gasta 92% menos eletricidade que uma lâmpada incandescente, 85% em relação às alógenas e 70% em relação às fluerescentes. - Garante 25 anos funcionando 24 horas por dia, 365 dias por ano. - Não se queima no caso de acender e pagar varias vezes. A empresa OEP Electrics garante 10.000 (Dez mil) comutações (acender e apagar) diárias. - Ela acende na hora. Não precisa esperar ela esquentar. - Não emite ultra violeta e nem ultra vermelho (Evitando problemas de pele e nos olhos) - Não faz zumbido. - Consegue iluminar em temperaturas de até 45 graus abaixo de zero. - Não contém tungstênio e nem mercúrio. Não possui metais pesados que demoram para desintegrar. São recicláveis e seguem todas as normas ambientais. - Emite 70% a menos de CO². - Por ter mais tempo de vida, produz menos resíduos para a natureza. - Praticamente não esquenta utilizando somente aquela energia que será necessária para iluminar, ao contrário das lâmpadas convencionais que gastam 95% da energia para produzir calor e 5% para iluminar. - Por não esquentar e não produzir radiação evita deteriorar os materiais que estão perto. - Evitam risco de incêndio. - Não prejudicam o frio dentro de câmaras frigorificas.
A emissora japonesa NHK está desenvolvendo um sistema de câmeras chamado multi-viewpoint robotic camera system que consegue criar um efeito de bullet-time e slow motion para transmissões de TV.
Para quem não conhece o efeito, é como o do filme Matrix da cena em que Neo, personagem interpretado pelo ator Keanu Reeves, se desvia das balas disparadas por um agente do sistema.
Esse sistema usa apenas uma série de câmeras conectadas entre si que miram sempre o mesmo alvo, permitindo assim a captura de imagens de diferentes ângulos. “Usando este sistema, você pode criar o efeito de parar o tempo, e se mover o ponto de vista ao redor do objeto”
No vídeo de demonstração, podemos ver algumas possibilidades de uso da tecnologia: em um jogo de basquete, por exemplo, a câmera se move para você ver com mais detalhes o momento da enterrada do jogador:
Os primeiros alvos do novo sistema da NHK devem ser as transmissões esportivas. O novo recurso está em desenvolvimento para integrar um sistema de transmissão tridimensional, que conta não apenas com TV 3D, mas também com captura de vídeo neste formato.
Comemorado em 5 de junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Assembleia Geral da ONU em 1972 para marcar a abertura da conferência de Estocolmo. No mesmo dia, foi criado o Programa Ambiental das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês). O dia é considerado uma das principais ações das Nações Unidas para chamar a atenção para como afetamos a natureza. Em 2013, a ONU chama a atenção para o desperdício de comida. Segundo a organização, são desperdiçados 1,3 bilhão de toneladas de alimentos anualmente - o equivalente a um terço de toda a produção mundial. Somente nos chamados países desenvolvidos, são 222 milhões de toneladas desperdiçadas - quase o mesmo produzido em toda a África Subsaariana, 230 milhões. De acordo com o Unep, em todo o planeta, uma em cada sete pessoas vai para a cama com fome e, a cada ano, 20 mil crianças com menos de 5 anos morrem por desnutrição. Segundo a ONU, devemos notar que, quando desperdiçamos alimentos, perdemos também todos os recursos utilizados na sua produção. Para se fazer um litro de leite, por exemplo, utilizamos mil litros de água. Para um quilo de hambúrguer, se vão 16 mil litros. Além disso, a produção de comida tem um grande impacto ambiental: ela ocupa 25% das terras do planeta e é responsável por 70% do consumo de água doce, 80% do desflorestamento e 30% das emissões dos gases de efeito estufa.
Por causa disso, a organização sugere que as pessoas escolham comidas com menor impacto ambiental, como alimentos orgânicos - que não usam substâncias químicas em sua produção. Além disso, é importante procurar produtos locais, que não causam grandes emissões em seu transporte.
Nos países em desenvolvimento, a ONU afirma que a perda ocorre principalmente na produção e transporte. Investimentos para dar suporte aos produtores e melhorar a infraestrutura são necessários, afirma. Nas nações mais ricas, o problema está no comportamento do consumidor, que joga fora muita comida.