quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mergulhadores retiram de lago pedaço de 570 quilos do meteorito da Rússia

16out2013---mergulhadores-russos-recuperaram-de-dentro-de-um-lago-um-pedaco-de-570-quilos-do-meteorito-que-caiu-em-tchelyabinsk-em-fevereiro-de-2013-1381935396563_615x300Mergulhadores recuperaram nesta quarta-feira (16) em um lago o que pode ser um pedaço de 570 quilos do meteorito que caiu em Tchelyabinsk, região central da Rússia, em fevereiro deste ano.
A rocha espacial teria caído no lago Chebarkul abrindo um buraco de seis metros de largura no gelo que cobria a água na época da queda. Esse é o maior fragmento do meteorito russo já encontrado.
Cientistas confirmaram que a rocha retirada do lago era do meteorito, pois tem uma crosta escura e vítrea que eles chamam de “crosta de fusão”. Esta crosta se formou graças ao calor que o meteorito enfrentou na passagem pela atmosfera.
Mais de mil pessoas ficaram feridas quando o meteoro de 17 metros e dez toneladas cruzou o céu da Rússia no dia 15 de fevereiro.
ScreenHunter_19 Oct. 17 00.12
Nesta quarta-feira, imagens mostraram uma equipe puxando um pedaço da rocha de 1,5 metro de comprimento do lago Chebarkul. O objeto foi embrulhado em um material especial antes de se ser retirado da água.
A rocha foi então levada para a margem do lago e colocada em uma balança para pesagem, em uma operação que não deu certo. O objeto se quebrou em três pedaços grandes enquanto era levantado do chão com a ajuda de cordas e alavancas.
Então, quando a pedra foi colocada na balança e o peso atingiu 570 quilos, a própria balança quebrou. A missão dos mergulhadores também foi prejudicada por outros fatores. O fragmento de rocha estava a 13 metros de profundidade e não a seis ou oito, como se calculava anteriormente.
Os mergulhadores também tiveram que arrastar a rocha para a margem do lago em uma chapa metálica, ao invés de levantá-la.

Objeto misterioso explode no céu e causa pânico na Rússia

Sinal-misterioso-aparece-nos-céus-dos-Urais-na-Rússia
Explosões no céu são mais comuns do que podemos imaginar - a Terra é bombardeada por toneladas de material que vem do espaço ou restos de satélites e foguetes a todo o momento -, mas quando elas ocorrem em regiões habitadas, sempre assustam e encantam aqueles que presenciam o fenômeno.

Dessa vez um objeto misterioso foi visto sobrevoando as cidades de Kurgan e Yekaterinburg, Rússia, no lado asiático dos Urais. Muitas pessoas que vivem na região dos Urais viram o objeto, que chegou a ser filmado.
De acordo com o site segnidalcielo.it, imediatamente o alarme soou para alertar a provável queda de um meteorito, então prevaleceu o pânico entre os habitantes das cidades onde o objeto misterioso era claramente visível . Muitos lembraram os acontecimentos de 15 de fevereiro deste ano, quando um meteoro explodiu sobre Chelyabinsk, causando danos às casas e mais de mil feridos.
No vídeo pode-se ver um objeto cônico. Depois de alguns minutos o corpo se transforma em ponto de luz e se dissolve.
Certamente o objeto será declarado como um teste de míssil, ou algo similar pelas autoridades.  Mas como ainda não foi classificado, trata-se ainda de um OVNI (Objeto Voador Não Identificado).
Veja alguns dos vídeos publicados sobre o evento e deixe-nos saber nos comentários o que achou:

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Designer recria interface do iOS 7 usando apenas o Microsoft Word

O software de edição de textos da Microsoft possui alguns recursos muito úteis, mas pouco utilizados. Para demonstrar isto, além de sua habilidade, o designer tcheco Václav Krejčí recriou cada ícone do iOS 7 no Microsoft Word.
Sim, pode acreditar. Utilizando apenas o Word, Krejčí recriou um iPhone rodando o iOS 7. Ele mostra passo a passo como montar cada ícone, cada elemento que compõe a interface do sistema.
Chega a ser meio assustador de tão surpreendente, assim como o aposentado de 97 anos que cria belíssimas obras de arte no Microsoft Paint.
Como dá para ver, o vídeo é acelerado, caso contrário, seriam mais de 30 minutos de demonstração. Mas, acessando o canal de Krejčí, você encontra tutoriais em velocidade normal.
Aliás, Krejčí escreve que o objetivo de seu canal é “explicar design gráfico para usuários comuns utilizando softwares que eles já conhecem”.
Veja o vídeo abaixo e diga-nos nos comentários o que achou:

Yahoo! lança impressora 3D para ajudar crianças cegas no Japão

imagemYahoo! do Japão criou uma impressora 3D que imprime objetos com comandos de voz para dar a crianças cegas a oportunidade de sentir como são os objetos e animais que elas não podem ver.
A máquina faz parte do projeto “Hands on Search” (algo como, Mãos à Busca, em tradução literal), lançado no meio de setembro deste ano.
O intuito do Yahoo! com o mecanismo é fazer com que as pessoas possam tocar objetos que pediram para ser buscado em um sistema. A companhia aposta que isso seja “o futuro da internet”.Uma dessas máquinas foi entregue à Escola para Necessidades Especiais, administrada pela Universidade de Tsukuba.
Os jovens poderão chegar para a máquina e dizer “girafa”, ou “Tokyo Sky Tree” (prédio famoso no Japão). A máquina fará a busca no Yahoo! atrás de um projeto pronto para impressão 3D, para produzir uma miniatura.
Caso a imagem não seja encontrada, será feita uma solicitação online por mais informações relacionadas à pesquisa.
Veja o vídeo e deixe-nos saber nos comentários o que achou:
Segundo o Yahoo! Japan, o projeto foi criado para incorporar a possibilidade do toque à experiência da internet.
“A internet é visual e auditiva. E se o sentido do toque se tornasse possível? O que o futuro parece?”, propõe o Yahoo! no site do projeto.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

ISON: Cometa do século já pode ser visto

Cometa-ISONUm dos eventos astronômicos mais aguardados do século, senão o mais, já pode ser visto em todo o mundo, inclusive nos céus brasileiros. É o cometa ISON, que pode se tornar um dos mais brilhantes já registrados.
O cometa ISON, também conhecido como C/2012 S1, irá passar pela órbita da Terra no final do mês de outubro e novembro. No dia 28 de novembro, ele fará sua maior aproximação do Sol (periélio), quando poderá se tornar tão ou mais brilhante do que a lua cheia, podendo ser facilmente observado a olho nu em todos os cantos do país, embora o fenômeno será melhor contemplado no hemisfério norte.
O melhor horário para observar o cometa é pouco antes do amanhecer. A cada dia que passa, o cometa deve ir ficando mais brilhante e fácil de ser observado. Após seu períolio, o cometa irá ‘apagar’ lentamente ao longo dos dias, até desaparecer por completo no então dia 20 de dezembro.
A imagem de destaque desse artigo foi um registro do Cometa ISON feito no Ceará,  com a ajuda de um telescópio.
O vídeo abaixo mostra como é a órbita do ISON ao redor do Sol.

Nasa tem criado água-viva no espaço por 20 anos

oktobernight__Jellyfish_iStockDesde o início de 1990, nós seres humanos, têm feito algo ao mesmo tempo estranho e extremamente sensível: Temos lançado água-viva no espaço em nome da ciência. Durante a primeira missão da NASA Spacelab Life Sciences (SLS-1) em 1991, a NASA começou a conduzir um experimento para analisar os efeitos da microgravidade induzida. Para realizá-lo, o ônibus espacial Columbia lançou no espaço uma carga útil de 2.478 pólipos de Medusa, dentro de frascos e sacos que foram preenchidos com água do mar artificial. Astronautas injetaram produtos químicos dentro dos sacos para induzir os pólipos a nadar livremente (e, em última instância, reproduzir). Ao longo da missão, as criaturas proliferaram: No encerramento da missão, havia cerca de 60 mil água-vivas orbitando a Terra.
O intuito de tudo isso, como o título do experimento sugere, foi testar os efeitos da microgravidade sobre água-viva enquanto elas se desenvolviam de pólipos à medusa. E testar como a água-viva iria responder quando voltasse a Terra. As Água-vivas que são estranhas para nós em tantas formas diferentes, são como seres humanos de uma maneira muito especial: elas se orientam de acordo com a gravidade.
Como o biólogo RR Helm explica:
Quando a água-viva cresce, ela forma cristais de sulfato de cálcio na margem de seu cálice. Estes cristais são cercadas por um pequeno bolso celular, revestido de fios especiais e esses bolsos estão igualmente espaçados em torno do cálice. Quando a água-viva gira, os cristais rolam com a gravidade para o fundo da cavidade, movendo os fios, que por sua vez enviam sinais para os neurônios. Desta forma, a água-viva é capaz de sentir em cima e em baixo. Tudo que eles precisam é da gravidade.
Os seres humanos, é claro, são igualmente sensíveis. Sentimos tanto a gravidade e aceleração usando otólitos, cristais de cálcio em nossos ouvidos internos que movem as células ciliadas ultra-sensíveis, informando, assim, ao nosso cérebro em qual direção a gravidade está nos puxando. Então, se a água-viva cultivada no espaço não se desenvolver plenamente a sua versão de sensores de gravidade, é provável que os seres humanos criados em ambiente de baixa gravidade teriam problemas similares.
E este, de acordo com a Deep Sea News, é o resultado dos estudos : o senso de gravidade da água-viva, de fato, parece ser prejudicada por seu cultivo no espaço. Os resultados da experiência STS -1 , publicado na revista Advances in Space Research, observou que enquanto as água-vivas criadas no espaço eram ” morfologicamente muito semelhante as que se desenvolveram na Terra, ” as suas habilidades motoras eram diferentes na terra do que eram em microgravidade . Helm notou que ” enquanto o desenvolvimento dos bolsos sensoriais parece normal, muito mais água-vivas tiveram problemas para se locomover quando voltaram ao planeta. ” As dificuldades incluíram ” dificuldade para se locomover e pulsar , em comparação com os seus homólogos da Terra”.
Basicamente, os invertebrados sofreram vertigem. ( Ou, como PopSci diz: ” Mesmo que ser um astronauta bebê soe fantástico, as geléias não desenvolveram a mesma capacidade de sensor de gravidade que seus parentes terrestres . ” ), Que pode não ser nada de bom para os organismos vertebrados que venham a nascer em ambientes de microgravidade – incluindo seres humanos.

Conheça o Solara, drone alimentado por energia solar que pode ficar no ar por 5 anos

20130822solara-50
A startup Titan Aerospace revelou seus protótipos de satélites atmosféricos movidos a energia solar e capazes de se manter em alta altitude por até cinco anos. A apresentação foi feita na conferência da AUVSI (sigla em inglês para Associação Internacional para Sistemas de Veículos Não-Tripulados).
O primeiro drone solar de longa duração, o Solara 50, está sendo construído e deve voar no próximo ano. O drone Solara 60, maior, virá em seguida.
A Titan é a primeira empresa a fabricar drones solares comercialmente. Ao contrário dos protótipos de empresas estabelecidas, os drones Solara utilizam tecnologias conhecidas e design baseado na simplicidade.
O Solara 50 tem capacidade para pouco mais de 30 kg, mas dependendo da época do ano e local do voo, também conhecido como verão de dias longos, pode carregar cargas maiores.
drone-solar_2
O Solara 60 vai ter capacidade de até 113 kg. Os drones utilizam baterias carregadas por painéis solares para poder voar à noite, com carga de até 100 watts-hora.
O Solara 50, com um único motor, tem envergadura de 50 metros. A superfície das asas e da traseira são equipadas com mais de 3 mil células fotovoltaicas capazes de gerar até 7 quilowatts. Ele é lançado por uma catapulta e pode aterrissar deslizando através de sua superfície lateral coberta de Kevlar.
drone-solar_3
Um drone capaz de voar em altas altitudes (18 a 21 mil metros), acima da influência do clima e com ventos de menos de 10 km/h, poderia realizar tarefas antes reservadas a satélites por um custo muito menor.
Durante a apresentação da Titan, um representante da empresa comparou a utilização de satélites tradicionais com drones.
Imagens multiespectrais da Terra, como as feitas pelo Landsat, tem um custo de 35 dólares por quilômetro quadrado; feitas por um drone, esse custo cairia para 5 dólares.
drone-solar_6
Esses drones também poderiam ser utilizados como retransmissores, o Solara consegue cobrir um raio de aproximadamente 30 quilômetros. Uma “rede” de drones funcionaria como um backup em caso de catástrofes ou mesmo como um serviço permanente. Duas das primeiras encomendas, por sinal, serão utilizadas para comunicação.
drone-solar_9