segunda-feira, 28 de outubro de 2013

BelAZ 75710: o maior caminhão do mundo pode transportar 500 toneladas

belaz75710_02_belta-by75710 acaba de ultrapassar o Caterpillar 797  na categoria do maior caminhão do mundo. O gigante é fabricado pela empresa bielorrussa BelAZ.
Apesar da aparência muito similar à do agora segundo colocado, o 75710 é consideravelmente mais poderoso: ele é capaz de levantar quase 500 toneladas de pedra, terra e outros materiais. Em compensação, ele também é muito mais pesado, com modestas 900 toneladas de peso – quase 50% mais que o Caterpillar 797.
Para se mover com tanto peso, um motor mais potente não foi suficiente; logo, o 75710 conta com dois motores diesel. Apesar do enorme tamanho, vale comentar que o veículo não é exatamente espaçoso, possuindo uma cabine apenas com espaço suficiente para duas pessoas.

Cientistas descobrem que Sprite cura ressaca mais rapidamente

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A Sprite pode ser a bebida favorita de muita gente, no entanto, o que ninguém esperava é que a bebida de limão gaseificada fabricada pela Coca-Cola pode ser a solução para as piores ressacas. É o que diz uma pesquisa da Universidade Sun Yat-Sem, na China.
Para chegar a esta conclusão, os cientistas levaram em conta como o álcool é metabolizado. O etanol é processado pelo corpo em acetaldeído, responsável pela dor de cabeça latejante da ressaca. Depois, o acetaldeído é convertido em acetato, que é inofensivo, e esse processo é controlado pela enzima ALDH. Portanto, para minimizar o tempo que o acetaldeído fica no corpo, nada melhor do que aumentar o estoque da enzima ALDH.
Para descobrir o que poderia acelerar a quantidade da enzima, a equipe testou algumas bebidas diferentes no laboratório. O chá de semente de cânhamo aumentou a atividade da enzima ADH, que converte etanol em acetaldeído, e inibiu a atividade da ALDH. Sendo assim, o acetaldeído fica no corpo por mais tempo. Por outro lado, a Sprite (refrigerante de limão produzido pela The Coca-Cola Company e conhecido na China como Xue bi) apresentou efeito oposto, aumentando a atividade da enzima ALDH.

Cientistas encontram água em asteroide e isso pode indicar possível vida fora do Sistema Solar

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A presença de água nos vestígios de um asteroide flagrado pelo telescópio Hubble, da Nasa (Agência Espacial Norte-Americana), sugere que outros sistemas planetários abriguem diversos planetas com atmosfera similar à da Terra.
A descoberta de astrônomos das universidades britânicas de Cambridge e Warwick foi publicada nesta quinta-feira (10) na revista Science.
Os vestígios do asteroide orbitavam da anã branca GD 61, uma estrela que está no ciclo final de existência, e continham grande quantidade de água, sugerindo que a estrela viria de um sistema planetário com planetas semelhantes à Terra – portanto, com potencial para abrigar vida como conhecemos.
Essa é a primeira vez que água e corpo rochoso são achados juntos em um ponto além do Sistema Solar. Os dois itens são tidos como “ingredientes-chave” para planetas com potencial para abrigar vida, destaca o estudo.
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A composição do asteroide encontrado era de 26% de massa d’água. Estima-se que ele venha de um sistema planetário distante 150 anos-luz do ponto em que a estrela foi encontrada. Já a água que ele transportava, dizem os cientistas, aponta que ele seria parte de um planeta já extinto, com pelo menos 90 quilômetros de diâmetro. Esse planeta teria orbitado a GD 61 por volta de 200 milhões de anos atrás.
Para os pesquisadores envolvidos no estudo, essa é a primeira “evidência concreta” de que existam planetas ricos em água para além do Sistema Solar.
“A descoberta de água em um asteróide do tamanho do encontrado significa que planetas habitáveis existiram e talvez ainda existam tanto no sistema da estrela GD 61 como nos de outras estrelas”, diz, na divulgação do estudo, o cientista Jay Farihi, de Cambridge.
Para ele, o asteroide encontrado dá pistas de que o número de planetas semelhantes à Terra seja grande.
“Esses blocos de rocha e os planetas que eles um dia formaram podem ser até comuns, já que um sistema não cria asteróides sem criar também planetas. Definitivamente há potencial para que no sistema do qual vem esse asteróide existam planetas habitáveis”, resume o pesquisador.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Google vai colocar seu rosto e nome em propagandas

imagemO Google anunciou uma atualização para seus termos de serviço que permitirá que a empresa use nomes de usuários, fotos, avaliações e comentários feitos nos sites da companhia (como Google Plus e YouTube) em anúncios on-line.
A partir de 11 de novembro, quando as novas regras entram em vigor, o Google será capaz de mostrar o que a empresa chama de recomendações compartilhadas em mais de dois milhões de sites que fazem parte da rede de publicidade do Google, que alcançam cerca de um bilhão de pessoas.
Ao pesquisar um restaurante, por exemplo, você pode ver um anúncio on-line do estabelecimento que inclui a imagem e a classificação por estrelas feita por um amigo –o que é um grande chamariz para marcas.
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No entanto, é possível optar por não participar do programa.
De acordo com o sumário, a anexação do seu perfil a um anúncio só irá acontecer quando você usar o botão +1 do Google Plus, comentar ou seguir um determinado produto ou serviço, e só as pessoas que você autorizar conseguirão ver esse tipo de conteúdo.
“Com o feedback de pessoas que o usuário conhece, ele pode economizar tempo e melhorar os resultados para si e para seus amigos em todos os serviços do Google”, diz o sumário. “Por exemplo, os amigos do usuário podem ver que, na página de uma banda no Google Play, ele avaliou um álbum com 4 estrelas. E o +1 com que o usuário marcou sua padaria local favorita pode ser incluído em um anúncio que a padaria veicula usando os serviços da Google”.
Chamados de “recomendações compartilhadas”, os novos tipos de anúncios podem ser desabilitados pelos usuários. Basta ir a página de configurações das “recomendações compartilhadas no Google+ e desativar a função. Dessa forma, o nome e a foto de perfil não serão mostrados nos anúncios da companhia.
Deixe-nos saber nos comentários o que você achou do novo termos de serviços.

Cientistas afirmam que chove diamantes em Saturno e Júpiter

Chove-diamantes-em-Júpiter-e-SaturnoUma equipe de cientistas planetários afirmou recentemente que a mistura de metano, carbono e relâmpagos na atmosfera de Saturno faz com que diamantes sejam forjados por lá. E são muitos diamantes.
“No mínimo, 1.000 toneladas de diamantes são criadas anualmente em Saturno”, explicou o Dr. Kevin Baines do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. “As pessoas me perguntam, ‘Como você pode ter certeza? Não há nenhum jeito de você ir até lá para observar isso’”, continuou Baines, “Tudo é uma questão de química, e estamos quase certos disso.”
A química é bem simples. A atmosfera de Saturno é formada basicamente por metano e hidrogênio, mas, durante as tempestades, os raios fritam o metano, produzindo hidrogênio e carbono queimado, também conhecido como fuligem.
Conforme as nuvens de fuligem caem em direção ao planeta, elas se aglomeram e formam grafite, e a pressão mais próximo ao núcleo do planeta faz o grafite ser comprimido em diamante puro. Então está chovendo diamante em Saturno. Literalmente. E os cientistas acreditam que o mesmo ocorre em Júpiter.
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Os cientistas sabem que os diamantes estáveis (sólidos) ​​podem existir nos núcleos relativamente frios de Netuno e Urano, mas os interiores de Júpiter e Saturno são quentes demais para permitir a formação de diamantes sólidos e estáveis. A alta temperatura do interior do planeta acaba derretendo a pedra preciosa.
“Os diamantes existem eternamente em Urano e Netuno, mas não em Júpiter e Saturno”, disseram os pesquisadores.
Astrônomos acreditam que o Wasp 12-b, a 1.200 anos-luz de distância da Terra, conta com massas continentais inteiras feitas de diamante, e outro planeta, a 4.000 anos-luz, tem diamantes do tamanho de Júpiter. Isso tudo serve para nos mostrar que os diamantes são apenas mais um tipo de pedra em um universo cheio de pedras. A diferença é que eles são brilhantes e muito, mas muito caros mesmo.

Qualcomm cria chip de computador que se baseia em cérebro humano

qualcommA computação pessoal pode se tornar ainda mais pessoal se souber o que nós queremos fazer com ela e nos der isso antes de precisemos dar os comandos manualmente, como se nossos devices fossem uma extensão de nós mesmos, certo? A Qualcomm, pelo menos, parece concordar. Tanto que apresentou a linha Zeroth, com processadores inspirados no funcionamento do cérebro humano.
Não é apenas uma tentativa de reproduzir o comportamento da inteligência humana, e sim uma tentativa de replicar a biologia que conduz o comportamento. Ah, e a Qualcommquer colocar todas essas coisas de computação complexa em um chip que caiba no seu smartphone.
A ideia é que os tais processadores aprendam naturalmente o que fazer de acordo com estímulos do ambiente, sem precisar de códigos imensos que lhes deem comandos.
Com isso em mente, o vídeo abaixo pode te fazer levantar uma sobrancelha. O robozinho deveria parar apenas nos quadrados brancos; então, recebeu um “elogio” quando parou em um deles e passou a procurar outros semelhantes. É a mesma psicologia de quando você quer ensinar um truque para o seu cachorro, só que, no vídeo, o cérebro do robô é, na verdade, um monte de componentes eletrônicos.
Além da capacidade de aprendizado do Zeroth, a Qualcomm também espera que ele permita aos devices perceber o mundo como humanos o fazem. Isso é conseguido por meio da replicação do comportamento dos neurônios e suas descargas elétricas em hardware.
Tudo deve culminar na criação de uma NPU, sigla para Neural Processing Unit, que poderá ser aplicada em SoCs no futuro e possibilitar uma forma totalmente nova de interação com os seus gadgets.
Deixe-nos saber nos comentários o que você achou nos comentários.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

16 de março de 2880: a nova data do fim do mundo

size_590_asteroideSegundo a Discovery News, existem mais de 10 mil corpos celestes próximos da Terra que foram identificados até agora. São asteroides e cometas de tamanhos variados, que compreendem a distância orbital da Terra em cerca de 45 milhões de quilômetros. Desses, cerca de 10% são maiores do que um quilômetro, sendo grandes o suficientes para ter consequências globais desastrosas no caso de um impacto.
Um desses é o asteroide 1950 DA, descoberto pela primeira vez em fevereiro de 1950, esse asteroide tem 1,1 quilômetros de largura. Na época, foi observado por 17 dias e, em seguida, desapareceu. Foi flagrado novamente em 31 de Dezembro de 2000 e em março 2001, quando os cientistas concluíram que a trajetória do objeto o trará para muito próximo da Terra em 16 de março de 2880.
Os cientistas ainda não descartam que a aproximação possa causar uma colisão. Uma análise feita pelo Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, agência espacial americana, e por outras instituições revelou que a probabilidade de impacto é de 1 em 300.
A chance pode parecer pequena. Mas, na verdade, representa um risco 50% maior do que a média de todos os outros asteroides mapeados até agora.
Apesar disso, ainda é muito cedo para afirmar que haverá uma colisão. Existem muitos fatores que influenciam a trajetória de um asteroide no espaço. Sua taxa de rotação, refletividade, a composição, massa, as variações do terreno e interações gravitacionais são fatores que afetam a movimentação do objeto celeste.
Muitos dessas características sobre o asteroide ainda precisam ser descobertas. Portanto, os cientistas precisam fazer novas análises. A próxima oportunidade de estudar o objeto acontecerá apenas em 2032.