quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Projeto de engenharia vai permitir que esgoto seja usado para gerar energia

O despejo de esgoto residencial em rios e necessidade de obras de saneamento é uma preocupação dos gestores públicos em todo o país. Em Pernambuco, um projeto de engenharia pretende produzir energia elétrica a partir do esgoto coletado pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). Segundo o IBGE, a Região Metropolitana do Recife produz 3.221 toneladas de lixo por dia e nem sempre o descarte é feito pelo caminho sustentável.
De acordo com o projeto, o sistema deverá entrar em operação até 2015 em uma das estações de tratamento da própria companhia, de modo a abastecer a própria unidade. Se houver excedente energético, a quantidade será injetada na rede elétrica da cidade.
A técnica de engenharia desenvolvida para esse processo de reaproveitamento, será iniciada a partir de um confinamento dos efluentes em biodigestores, espécie de reservatório impermeável ao ar atmosférico. Neles, a matéria orgânica do esgoto é metabolizada, gerando gás metano, que, inflamável, funciona como motor para geração de energia.
De acordo com a companhia energética da região, serão investidos mais de R$ 4,6 milhões na aquisição dos equipamentos, capacitação profissional, desenvolvimento da tecnologia, instalação e acompanhamento após implantação.
O projeto conta com a parceria de várias organizações. A construção de coletores de esgoto deverá ser aperfeiçoada para a nova demanda de geração de energia a partir dos dejetos que forem canalizados.

Ladrilho produz energia a partir dos passos de pedestres

O desenvolvimento de cidades mais inteligentes, devido à escassez dos recursos e as necessidades ilimitadas da população, estão provocando o surgimento de tecnologias que tragam benefícios tanto para a sociedade, como diminuição dos gastos, quanto para o meio ambiente, trazendo redução na utilização dos meios.
Devido a esses fatores, foi desenvolvido pela empresa Pavegen systems, um ladrilho que produz energia a partir do impacto dos passos dos pedestres. Essa tecnologia converte a energia cinética em energia elétrica que pode ser armazenada e usada para uma variedade de aplicações, como iluminação pública, sinalização, etc.
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No centro de cada ladrilho há uma lâmpada de LED, ela usa apenas 5% da energia armazenada, que acende cada vez que ele é pisado. A cada hora uma pessoa é capaz de produzir 2,1 watts de energia. O piso é constituído por uma superfície superior, que é produzido a partir de borracha reciclada e por aço inoxidável, além disso, o ladrilho é a prova de água, podendo ser aplicado em ambientes internos ou externos, por exemplo, estações de metrô, centro de eventos, entre outros. Em relação à durabilidade do aparelho, as unidades foram testadas para suportar mais de três milhões de passos.
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O desenvolvimento da tecnologia wireless on-board significa que a informação sobre a quantidade de energia e de dados colhidos footfall pode ser enviado a qualquer site usando a API do Pavegen para acesso por smartphones, tablet etc. Dados esses que podem ser bastante uteis para os gestores públicos.
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Formato de estádio projetado causa polêmica na internet

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A arquiteta iraquiana Zaha Hadid e o escritório AECOM divulgaram na última segunda-feira (18) o projeto de um dos cinco estádios que vão receber a Copa do Mundo de 2022 no Catar. Localizado em Al Wakrah, cidade a 15 quilômetros da capital Doha, o complexo terá 585 mil m².
Com capacidade para abrigar 40 mil pessoas, que pode, ao fim do evento, ser reduzida pela metade, o estádio possui um formato que faz referência, de acordo com os arquitetos, às linhas curvas de um dhow, um tipo de barco de pesca tradicional na região. O design, no entanto, vem causando piadas na internet – muitos acreditam que lembram uma vagina.
Ainda assim, segundo os arquitetos, uma das maiores preocupações da proposta foi integrar o passado de Catar com uma “visão progressista do futuro” do país. “O projeto estabelece uma relação com a cidade e sua paisagem circundante”, ressalta Hadid. Já para o secretário do Comitê da Copa do Mundo de 2022, Hassan al-Thawadi, “o estádio reflete o que o nosso país representa do ponto de vista cultural. É moderno, futurista e, o mais importante, funcional.”
A proposta traz um regulador de temperatura para garantir que os espectadores possam assistir os eventos sem nenhum desconforto. As obras no estádio devem começar em 2014, com previsão de entrega em 2018, quatro anos antes do grande evento.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Jovem monta impressora 3D com US$ 100 e lixo eletrônico

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Quanto custa uma impressora 3D?
Para o africano Kodjo Afate Gnikou a máquina saiu por 100 dólares , ou menos de 220 reais, mais computadores, impressoras e scanners encontrados num lixão.
Sim, ele montou sua impressora 3D em um maker space - uma oficina de inovação e produção em que inventores e projetistas se reúnem para tornar reais as ideias que lhes vêm à cabeça.
A máquina se chama W.Afate e é uma réplica caseira da Prusal Mendel, uma impressora popular nos Estados Unidos e na Europa.
Para fazê-la, Afate teve que comprar algumas peças novas, mas a maioria dos componentes vieram de computadores, impressoras e scanners encontrados nos lixões da cidade.
A África tem um enorme problema de lixo eletrônico.
A cada mês, centenas de toneladas de computadores e equipamentos industriais descartados acabam nos lixões e peças boas, que poderiam ser reaproveitadas, se misturam com componentes e materiais tóxicos. A intenção de Afate é chamar a atenção para a produção exagerada e o mau reaproveitamento desses resíduos. 
Assista mais sobre o invento (em inglês)

Coin promete transformar todos os seus cartões em apenas um

coin-cardSoluções como o Google Wallet e o PayPal querem reduzir o número de cartões na sua carteira, para você usar apenas o smartphone. Mas nem sempre isso é conveniente. Então que tal um cartão que reúne todas as suas opções de débito, crédito e mais?
Com a possibilidade de armazenar as informações de oito cartões de crédito, débito ou fidelidade, Coin – uma nova startup de San Francisco – promete deixar a sua carteira bem menor. Funciona como uma espécie de cartão eletrônico, controlado por um botão circular no topo, e que pode ser utilizado normalmente em qualquer máquina de cobrança e caixas automáticos.
O gadget utiliza uma faixa magnética especial, e os dados são inseridos no Coin através do aplicativo para smartphone, que são depois sincronizados via Bluetooth. Na momento de um pagamento ou saque, o usuário seleciona o cartão desejado com o botão – visualizando os últimos quatro dígitos, data de validade e código de segurança na pequena tela de LED.
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A inovação ainda tem dispositivos de segurança, que alertam via app se a pessoa estiver distante demais do cartão – em caso de perda ou roubo – e permitindo a eliminação dos dados remotamente.
Coin está atualmente em pré-venda no site onlycoin.com, custando 50 dólares com entrega prometida para a metade de 2014. O preço normal depois do lançamento será de 100 dólares. Mas cuidado, não há garantia de que funcione em outros países além dos EUA.
É uma fantástica ideia para transformar todos os seus cartões em apenas um, porém, o gadget também tem data de expiração. “Quando a bateria acabar, você terá que substituir seu Coin”, diz o FAQ. Trocar de cartão a cada 24 meses não é desejável, especialmente porque ele não custa pouco.
Mesmo se ele funcionar futuramente no Brasil, será que vale a pena gastar tanto dinheiro, em vez de apenas levar seus cartões gratuitos (ou baratos) por aí?
Fonte: http://www.engenhariae.com.br/tecnologia/coin-promete-transformar-todos-os-seus-cartoes-em-apenas-um/

Carro voador Aeromobil faz primeiro voo com sucesso

AeromobilFlyingCar0Carros voadores, ou aviões dirigíveis, são veículos que parecem ter saído dos filmes de ficção científica ou de desenhos animados. Infelizmente nenhuma empresa do mundo conseguiu transformar, até hoje, algum projeto em um veículo de sucesso, prático e perto de ser acessível. Mas a empresa eslovaca Aeromobil está tentando mudar este cenário e é com o Aeromobil 2.5 que ela pretende fazer isso.
Com capacidade para um passageiro e um piloto, o carro-avião tem corpo com estrutura de aço e fibra de carbono. Suas asas, dobráveis, se voltam para trás para rodar em ruas e estradas. Para voar, basta dirigir até uma pequena pista de pouso e decolagem, colocar as asas na posição correta e atingir 130 km/h.
Por sinal, esta não é a velocidade máxima que o Aeromobil 2.5 atinge, é apenas a velocidade necessária para efetuar a decolagem. O carro-avião consegue atingir 160 km/h em terra e 200 km/h no ar. Voando, sua autonomia é de 700 km, enquanto no solo ela cai para 500 km.
Apesar de ainda estar em fase de testes, seu voo teste foi realizado recentemente com êxito, o Aeromobil 2.5 é a terceira geração de um projeto iniciado em 1990, na cidade de Bratislava, Eslováquia, pelo designer Stefan Klein. No entanto, sua ideia já tem concorrência: o Terrafugia Transition. Ambas são duas propostas de automóveis com asas, mas nenhum deles chegou ainda ao mercado para ser comercializado.
Veja o vídeo abaixo e deixe-nos saber nos comentários o que achou:

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Computadores da Estação Espacial Internacional teriam sido infectados com vírus

Estação Espacial Internacional

Estar no espaço não é garantia de que você estará livre de ameaças e perigos virtuais. Prova disso é que a Estação Espacial Internacional (ISS), aquela gigantesca construção que está a quilômetros de distância da Terra, teria sido infectada por um poderoso malware, como informa o IBtimes.
O vírus, conhecido como Stuxnet, foi descoberto por engenheiros da Microsoft em 2010. O malware afeta computadores que rodam Windows e tem o objetivo de roubar informações secretas de máquinas empresariais, através de aparelhos com entrada USB. Além da capacidade de se expandir rapidamente entre PCs, ele também pode evoluir ou ainda ser controlado remotamente pelo usuário responsável pela infecção.
Há quem diga que o Stuxnet não foi projetado para chegar ao conhecimento do internauta comum. O malware teria sido criado em conjunto pelos governos dos Estados Unidos e de Israel para atacar e desabilitar uma instalação nuclear na província de Natanz, no Irã. A hipótese, no entanto, nunca foi confirmada.
No caso da ISS, algum cosmonauta russo a bordo da Estação teria utilizado algum dispositivo USB, como um pendrive, e acabou sem querer espalhando o vírus dentro do sistema. Até maio deste ano, a instalação usava "dezenas de laptops" equipados com Windows XP, o que, na teoria, permite mais vulnerabilidade de invasão que outros sistemas operacionais, como o Linux, por exemplo – que agora é o software oficial do sistema de controle da Estação.
Caso o Stuxnet tenha mesmo invadido a ISS, o usuário mal intencionado que infectou o sistema pode controlá-lo ou alterar algum comando importante da Estação. Não se sabe até que ponto funciona esse controle remoto, já que os cientistas ainda não sabem como lidar com a ameaça.
De acordo com Eugene Kaspersky, especialista em segurança digital que identificou o vírus, há rumores de que uma base nuclear russa também tenha sido infectada com o mesmo malware. Todos os dados dessa instalação, incluindo arquivos secretos relacionados a armas nucleares, podem ter sido roubados pelo menos duas vezes.
Os pesquisadores da Kaspersky alertam que é preciso tomar cuidado com as informações guardadas em pendrives e outros dispositivos portáteis, principalmente nos gadgets que você conecta ao computador.


Fonte: http://canaltech.com.br/noticia/seguranca/Computadores-da-Estacao-Espacial-Internacional-sao-infectados-com-virus/#ixzz2kWq1dlfI